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Leo de Brito anuncia destinação de 13,5 milhões em emendas para a UFAC

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O Montante será investido em pesquisa, extensão, assistência estudantil, aquisição de equipamentos e apoio a projetos de fortalecimento institucional_

Visando contribuir com a Universidade Federal do Acre (Ufac) nesse momento de constantes cortes de recursos e contingenciamento de orçamento da instituição, o deputado federal Leo de Brito (PT-AC) anunciou nesta segunda-feira, 20, a destinação de R$ 13,5 milhões de suas emendas alocadas junto ao Orçamento Geral da União de 2022.

Os recursos serão destinados para as áreas de pesquisa, extensão e assistência estudantil em atividades como aquisição de equipamentos para laboratórios da saúde (medicina, química, enfermagem, etc.), agronomia e florestas; construção do bloco de ciências humanas e do museu de paleontologia no Campus Floresta em Cruzeiro do Sul, e o apoio a projetos de fortalecimento institucional.

“A intenção é socorrer a universidade nesse momento de corte de recursos e forte ataque que as universidades federais vêm enfrentando por parte do governo de Jair Bolsonaro”, explicou o parlamentar.

Guida Aquino, reitora da Ufac, afirmou que esta segunda-feira foi um dia de felicidade para a instituição de ensino superior, que atualmente conta com cerca de 10 mil acadêmicos matriculados.

“Esse apoio do nosso parlamentar Leo de Brito e professor da universidade vem em boa hora. Essa emenda vai contemplar desde custeios a investimentos. Custeio para manutenção da universidade, equipar laboratórios com insumos e, também, para realização de algumas obras”, declarou a reitora.

Danilo Lopes, representante do Diretório Central dos Estudantes (DCE) da Ufac, também agradeceu o aporte dado pelo deputado petista por meio de emenda parlamentar.

“A gratidão é enorme. Mas não é uma surpresa porque sabemos que Leo está comprometido com a Ufac tanto como servidor, como parlamentar. Ao contrário de muitos aí, que fazem parte da universidade, mas não estão botando a cara, não faz da atuação parlamentar uma extensão do trabalho dentro da faculdade”, disse Lopes.

O representante do DCE ressaltou que é uma alegria saber que o Restaurante Universitário (RU) será beneficiado com verba da emenda destinada por Leo de Brito.

“Isso é estratégico para que possamos ter um bom retorno dos alunos às aulas presenciais. A nossa universidade tem mais 50% dos acadêmicos que estão dentro da faixa de vulnerabilidade social e o RU é fundamental para essas pessoas”, frisou Danilo Lopes.

*Universidade receberá R$ 19 milhões emendas em 2022*

Em 2022, a instituição deverá receber R$ 19 milhões em emendas parlamentares, sendo que desse montante, R$ 13,5 milhões foram destinados apenas por Leo de Brito.

A reitora da Ufac revelou que em 2021 a universidade registrou a perda de mais de R$ 11 milhões no orçamento.

“O mais drástico foi no repasse para investimentos. Saímos de uma curva ascendente para uma descendente. Eram R$ 22 milhões de repasse e caímos para R$ 11 milhões. A maior parte da emenda que o deputado Leo destinou será para investimentos, mas uma parte será para custeio, que é o pagamento de água, das empresas de limpeza, segurança e o Restaurante Universitário está incluído na Assistência Estudantil”, detalha Aquino.

*Compromisso com a Educação*

Leo de Brito destaca seu compromisso com a educação e lembra que votou contra a Emenda 95, em 2016, que congelou os recursos da Educação por 20 anos. Além disso, destaca a luta de seu mandato pela recomposição dos orçamentos das universidades e institutos federais, pelas bolsas estudantis, pela recomposição salarial dos servidores e reforça que é contra a perseguição e professores e que luta para que PEC 32 não seja aprovada.

“Essa emenda tem um caráter simbólico, de chamar a atenção da sociedade para o abandono e desmonte que as universidades e os institutos federais vem sofrendo no atual governo Bolsonaro, enquanto nos governos de Lula e Dilma os recursos para as universidades foram ampliados, novas universidades foram abertas, agora às instituições estão à beira de fechar por falta de recursos, um absurdo o que Bolsonaro vem fazendo com as universidades públicas”, finalizou.

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